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Lições Bíblicas - 2º Trimestre de 2012


As Sete Cartas do Apocalipse — A mensagem final de Cristo à Igreja

Lições Bíblicas - 2º Trimestre de 2012Para o próximo trimestre, as Lições Bíblicas CPAD para jovens e adultos trazem lições temáticas sobre as cartas às Sete Igrejas da Ásia e tem como título: As Sete Cartas do Apocalipse — A mensagem Final de Cristo à Igreja.
Comentarista: Claudionor de Andrade
Sumário da revista:
1 - Apocalipse, a revelação de Jesus Cristo
2 - A visão do Cristo Glorificado
3 - Éfeso, a igreja do amor esquecido
4 - Esmirna, a igreja confessante e mártir
5 - Pérgamo, a igreja casada com o mundo
6 - Tiatira, a igreja tolerante
7 - Sardes, a igreja morta
8 - Filadélfia, a igreja do amor perfeito
9 - Laodiceia, uma igreja morna
10 - O governo do Anticristo
11 - O Evangelho do Reino no império do mal
12 - O Juízo Final
                                                         13 - A formosa Jerusalém


Gálatas 3:13‏


VERSÍCULO:
Cristo nos redimiu da maldição da Lei quando se tornou maldição
em nosso lugar, pois está escrito: “Maldito todo aquele que for
pendurado num madeiro”.
-- Gálatas 3:13

PENSAMENTO:
Condenado! Não apenas no sentido de ser zombado, mas também no
sentido de receber a condenação de morte por causa dos nossos
pecados; ele morreu numa cruz – pendurado numa árvore perante uma
multidão que zombava dele, executado como um criminoso subhumano.
Mas a beleza da sua vergonha e desgraça é que Deus fez delas a
nossa redenção. O escárnio de Jesus nos trouxe liberdade da
condenação dos nossos próprios pecados. Glória a Deus! Glória a
Jesus!

ORAÇÃO:
Todo Poderoso Pai, nem consigo fingir que entendo seus caminhos
e por que o Senhor exigiria de si mesmo um sacrifício tão horrendo
para me redimir. Precioso Salvador, não consigo imaginar como foi
estar pendurado numa cruz perante uma multidão, carregando o pecado
do mundo inteiro. Tudo que peço é que o Espírito Santo leve a
gratidão do meu coração enquanto Ele intercede por mim agora.
Obrigado! Louvo ao Senhor! Que minha vida honre ao Senhor
verdadeiramente! No poderoso nome de Jesus eu Lhe louvo. Amém. [***
Veja a imagem aqui:
http://www.iluminalma.com/img/il_galatas3_13.html ]

http://www.iluminalma.com/dph/4/0313.html

A VOZ DA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM PICUI


Em um mundo tão secular em que o poder midiático se banaliza através de meios de comunicação corruptos e degredados, a palavra de Deus vem trazendo vida e refrigério para aqueles que se encontrão oprimidos e sedentos das Boas Novas. Para a região polarizada por Picuí não Seria diferente ! Um povo mergulhados com tantas alternativas de comunicação e a portabilidade de novas tecnologias se encontra na palma de suas mão A Voz da Assembléia de Deus com sua primeira divulgação a partir da  inauguração da radio Cenecista em PICUI em meados da década de 80 vem anunciado a Salvação de Cristo para um Povo feridos pela pobreza social, e principalmente a espiritual.
Nos primórdios de sua programação radiofônico a programação era marcada com Louvores Pentecostais,Pregações movidas pelos Espírito Santo e principalmente ouvida por um publico de Cristãos que aguardava os finais das manhãs de domingo para saborear ao som da Voz do Pastor Alicio Bezerra,o Jovem Carlinhos e o querido Pastos Chiquinho ambos descansam no Senhor. No decorrer de mais de 8 anos na radio Cenecista alternando os horários da manhã e inicio da tarde o Programa passou um período sem ser vinculado. A vinda do Pastos José Raimundo voi reavaliado o Programa e agora sendo transmitido pela radio Sisal Fm de inicio sendo uma programação periódica nas manhã de segunda a sesta, a vinda do pastor Daniel Nunes obteve uma nova roupagem tendo sua atual programação nos finais de tarde de seunda a sesta. Para aqueles que quardão saudade da marca principal da comunicação Assembléiana em Picui, fica a quele gostinho da radiodifusão divulgado sobre altos falantes situados na torre da Igreja Sede. 

Confirão o Vídeo com o Hino Oficial.





ALEX LIMA


Homenagens ao Desencarne alem Túmulo .


É habitual que, à beira do túmulo, amigos e parentes falem a respeito daquele cujo corpo está sendo enterrado.
As palavras ditas podem ser as espontâneas, vindas do coração nas asas do amor e da amizade. Ou podem ser as preparadas em longos discursos, embora não menos expressivas.
É a última homenagem, dizem, como se o Espírito morresse com o corpo e não continuasse a existir, sentir e perceber.
Mas foi exatamente pensando nessas homenagens póstumas, que um velho professor americano de Massachusetts, a quem o médico diagnosticou um curto período de vida, decidiu por uma coisa inédita.
No seu último ano de vida, se locomovendo em cadeira de rodas, ele foi ao enterro de um amigo que havia morrido de infarto.
Voltou deprimido. Ouvira tantos discursos, tantas homenagens e se perguntava se o amigo tivera ouvido tudo aquilo.
Será que o seu Espírito teria se desligado da matéria? Será que estava bastante lúcido para ouvir?
Pensando nisso, teve uma ideia. Deu uns telefonemas, escolheu uma data.
Numa tarde de domingo muito fria reuniu a família: a mulher e os dois filhos. Também alguns amigos mais íntimos.
O objetivo era um funeral ao vivo. Um a um todos homenagearam o esposo, o pai, o professor, o amigo.
Houve lágrimas e risos. Uma prima lhe dedicou um poema onde o chamava de amado primo e o comparava a uma enorme, antiga e generosa árvore.
O professor chorou e riu com eles. Tudo aquilo que estava represado no íntimo daquelas pessoas que o amavam, foi dito naquele dia.
O funeral ao vivo foi um sucesso. Ele levaria alguns meses mais para morrer. Uma morte lenta, dolorosa. Morreu num sábado, pela manhã, depois de dois dias de agonia.
Aproveitou para exalar seu último suspiro exatamente no instante em que as pessoas que velavam por ele foram até a cozinha para engolir um café.
Na primeira vez que ele ficou sozinho, desde que entrara em coma, ele parou de respirar.
Partiu serenamente, cercado por seus livros, seus apontamentos, suas flores. Morreu em sua cama, em sua casa.
O funeral foi simples, num local à beira de um lago, de onde se podia ouvir os patos sacudindo as penas.
Seu filho leu um poema:
Meu pai caminhava por entre eles e nós
Cantando cada nova folha caída de cada árvore
E toda criança sabia que a primavera dançava
Quando ouvia meu pai cantar.
*   *  *
Enquanto suas pernas estão firmes, corra ao encontro das pessoas que ama.
Enquanto seus braços estão fortes, enlace os seus amores, bem junto ao coração.
Enquanto sua mente está ágil e lúcida, escreva poemas, bilhetes, cartas e expresse todo o seu amor.
Enquanto sua voz soa forte e generosa, não deixe de falar com seus amigos, colegas. Cante, grite, sussurre palavras de afeto, de entusiasmo, de incentivo.
E nunca, nunca se envergonhe de declarar: Eu amo você.
 
Redação do Momento Espírita, com base no cap. O programa, do livro A última grande lição, de Mitch Albom, ed. 

Pai, começa o começo!



Quando era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia: “Pai, começa o começo!”
O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos. Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim.
Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito.
Meu pai morreu há muito tempo e não sou mais criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, “começar o começo” de tantas cascas duras que encontro pelo caminho.
Hoje, minhas “tangerinas” são outras. Preciso “descascar” as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar.
O esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes.
O enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes, dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.
Em certas ocasiões, minhas “tangerinas” transformam-se em abacaxis.
Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo meu pai quando lhe pedia para “começar o começo”, era o que me dava a certeza de que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta.
Além da atenção e carinho que eu recebia, ele também me ensinou a pedir ajuda a Deus, Pai do céu. Meu pai terreno me ensinou que Deus é eterno, que está sempre ao nosso lado e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.
*   *   *
Quando a vida parecer muito difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembremo-nos de suplicar o auxílio Divino.
Deus nos indicará o caminho e não só começará o começo, mas pode ser que, em algumas ocasiões, resolva toda a situação.
Não sabemos o tipo de dificuldade que encontraremos na nossa caminhada, mas amparemo-nos no amor eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: Pai, começa o começo!
*   *   *
A sensibilidade de enxergar as dificuldades dos filhos e oferecer o apoio necessário, no momento certo, é essencial. Tem o poder de curar feridas e se transforma em bálsamo para a dor.
Devemos saber o quanto é importante dizer ao filho: Se você tem medo, venha aqui. Se você cair, falhar, estarei ao seu lado. Amo você.
Devemos saber valorizar toda atitude positiva.
O abraço e o beijo fazem a criança se sentir querida e consolidam a segurança e o amor. Demonstrarmos a confiança de que somos constantemente amparados por Deus oferece aos filhos um caminho para a construção da fé.
Todo o carinho e afeto demonstrados pelos pais aos filhos, durante a infância, se transformarão em direcionamento seguro e formarão base sólida para o enfrentamento das dificuldades na vida adulta.
 
Redação do Momento Espírita, com base no texto Pai, começa o começo,

A águia de asas partidas


Ele possuía muitas riquezas. Tinha as arcas abarrotadas de ouro e gemas preciosas.
A juventude lhe sorria e os amigos sempre se faziam presentes nos banquetes.
Habituara-se a dormir em seu leito de ébano e marfim. Dormir e sonhar.
Em seus sonhos, misturava-se a realidade das tantas vitórias que lhe enriqueciam os dias. E um desejo de paz que ainda não fruía.
Ele amava as corridas de bigas e quadrigas. Recentemente comprara cavalos árabes, fogosos. E escravos o haviam adestrado durante dias.
Tudo apontava para a vitória nas próximas corridas no porto de Cesareia.
Mas os momentos de tristeza se faziam constantes.
A felicidade não era total. Faltava algo. Ao mesmo tempo, ele temia perder a felicidade que desfrutava.
Por isso, ouvindo falar daquele Homem singular que andava pelas estradas da Galileia, o procurou.
Bom mestre, que bem devo praticar para alcançar a vida eterna?
Desejava saber. Como desejava. A resposta veio sonora e clara:
Por que me chamas bom? Bom somente o Pai o é. À tua pergunta, respondo: “Cumpre os mandamentos, isto é, não adulterarás, não matarás, não furtarás, não dirás falso testemunho, honrarás teu pai e tua mãe.”
Tudo isso tenho observado em minha mocidade. No entanto, sinto que não me basta. Surdas inquietações me atormentam. Labaredas de ansiedade me consomem. Falta-me algo!
Então – propõe-lhe a Luz – vende tudo quanto tens, reparte-o entre os pobres. Vem, e segue-Me!
A ordem, a meiguice daquele Homem ecoava em seu Espírito. Ele era uma águia que desejava alcançar as alturas. E o Rabi lhe dizia como utilizar as asas para voar mais alto.
Pela mente em turbilhão do jovem, passam as cenas das glórias que conquistaria. Os amigos confiavam nele.
Tantos esperavam a sua vitória. Israel seria honrada com seu triunfo.
Sim, ele podia renunciar aos bens de família, mas ao tesouro da juventude, às riquezas da vaidade atendida, os caprichos sustentados...?
Seria necessário renunciar a tudo?
A águia desejava voar mas as asas estavam partidas...
Recorda-se o jovem que os amigos o esperam na cidade para um banquete previamente agendado. Num estremecimento, se ergue:
Não posso! – Murmura. Não posso agora. Perdoa-me.
E afastou-se a passos largos. Subindo a encosta, na curva do caminho, ele se deteve. Olhou para trás. Vacilou ainda uma vez.
A figura do Mestre se desenha na paisagem, aos raios do luar. A Luz parece chamá-lo uma vez mais.
Indecisa, a alma do moço parece um pêndulo oscilante. A águia ainda tenta alçar o voo. O peso do mundo a retém no solo.
Ele se decide. Com passos rápidos, quase a correr, desaparece na noite.
Os evangelistas Mateus, Marcos e Lucas narram o episódio e dizem de como o jovem se retirou triste e pesaroso.
Nem poderia ser diferente: fora-lhe dada a oportunidade de se precipitar no oceano do amor e ele preferira as areias vãs do mundo.
*   *   *
O Divino Amigo nos chama, diariamente, para a conquista do reino de paz.
Alguns ainda somos como o moço rico. Deixamos para mais tarde, presos que ainda estamos a muitas questões e vaidades pessoais.
É bom analisar o que vale mais: a alegria efêmera do mundo ou a felicidade perene que tanto anelamos. Depois, é só optar.
 
Redação do Momento Espírita com base no cap. O  mancebo rico, do livro Primícias do Reino, do Espírito Amélia Rodrigues, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Sabedoria.
Disponível no cd Momento Espírita, v. 12, ed. Fep.

MOMENTO ESPIRITA


Momento Espírita

Raio de luz
 
Todas as noites, antes de fazer os filhos adormecerem, um pai muito carinhoso conversava com eles, enquanto lhes afagava os cabelos anelados.
Diariamente, escolhia um assunto que encontrava no Evangelho ou em algum acontecimento do cotidiano.
Naquela noite sem luar, quando as nuvens encobriam as estrelas, ele arranjou uma forma diferente de chamar a atenção das crianças.
Colocou-as no sofá da sala e disse-lhes que não se assustassem com a escuridão. Ele apagaria todas as luzes da casa, de propósito.
E assim o fez.                                         
Deixou a casa às escuras e sentou-se no meio dos filhos que o aguardavam apreensivos.
Perguntou-lhes o que eles eram capazes de ver em meio àquele breu.
O menininho mais velho comentou que conseguia distinguir os contornos da cadeira que estava a sua frente, mas que não conseguia saber ao certo qual objeto produzia a sombra que se apresentava um pouco mais adiante.
O pai, aproveitando a oportunidade, esclareceu:
Nossos olhos acostumam-se com a ausência de luz e acabam conseguindo, com algum esforço, distinguir alguns objetos.
Porém, não é possível notar tudo quando a luz nos falta.
Alguns contornos podem enganar nossos sentidos.
Muitos detalhes passam despercebidos.
As cores deixam de ser perceptíveis.
A ausência de luz dificulta nosso caminhar porque não conseguimos notar com segurança para onde estamos indo.
Nesse momento, ele acendeu uma vela que trazia consigo.
As crianças exultaram diante da claridade que se fez na sala.
Vejam! – Convidou o pai. – Percebam como tudo parece diferente na presença da luz.
As sombras já não mais nos confundem.
Agora as formas assumem contornos mais exatos.
Como é mais fácil buscar um caminho, quando há luz a mostrar a direção correta.
Encantadas com a singela, porém, inesquecível descoberta, as crianças concordaram com o pai, enquanto o cobriam de carinhos antes de serem levados para a cama.
*   *   *
A maior glória da alma que deseja participar na obra de Deus será transformar-se em luz na estrada de alguém.
Registramos a luz sem nos adentrar em sua grandeza.
O raio de luz penetra a furna escura, levando a réstia de claridade que espanca as trevas.
Adentra o vale sombrio e estimula o florescer.
Atinge a gota d´água e reverte-a em um diamante multicolorido.
Visita o pântano e transforma-o em jardim, em pomar.
Viaja pelo ar, aquece vidas e as alimenta.
Beija as corolas e desata perfumes inesquecíveis.
Aninha-se no cristal e ele reverbera, embelezando-se ainda mais.
*   *   *
Não nos deixemos adoecer pelo amolentamento.
Há tantas possibilidades de darmos utilidade e beleza à vida.
Com o exemplo da luz, o Criador convida-nos a fazer o mesmo.
Desfaçamos as sombras nos corações.
Drenemos os charcos das almas.
Projetemos alegrias fomentadoras de vida naqueles que se encontram combalidos pela tristeza e pelo desalento.
Sejamos também um raio de luz, espraiando brilho e calor, beleza e harmonia, em todos os momentos, iluminando, assim, também, nossos próprios caminhos.
Redação do Momento Espírita

15 SE OUTUBRO DIA DO PROFESSOR




Pela estrada espinhosa do dever e do saber.
Caminha ensinando vida e sabedoria

Nas fórmulas, de raciocínios e regras,
Abre portas de um novo amanhã,
Questionando a vida despertando realidade.!

Mesmo que o salário não seja assim tão compensador
Entrega sua vida a missão de ensinar não só letras,
Mas esperança, paz, solidariedade e coragem .!

Talvez um dia professor vai sair de sena, mas sem sair de nossa vida
Suas lições permanecem na luz do saber que sempre vai estar em nossas mãos
Pois fizeste de seus alunos a luz da sabedoria e sucesso
Na construção inteligente do mundo de amanhã.!

José Augusto


Seja surdo aos apelos negativos


BLOG-GRANDE-INTERNO_SEJA-SURDO-AOS-APELOS-NEGATIVOS

Minha grande amiga Angélica Fávaro, uma das irmãs que a vida me deu, me contou uma historinha maravilhosa que eu gostaria de compartilhar com vocês.
Os sapos iniciaram uma competição onde todos deveriam subir uma torre. Aquele que chegasse lá em cima primeiro ocuparia o cargo de rei.
À medida que subiam, uma multidão gritava: “Voltem, vocês não vão conseguir!”. Os sapos iam desistindo um a um, mas um deles continuava sua escalada.
As pessoas gritavam ainda mais “desistam”, vocês não vão conseguir!
No final, todos desistiram, menos aquele que subia tranquilamente. Chegando ao topo, sentiu-se realizado pela proeza, e pela conquista.
Quando foram perguntar como ele havia conseguido chegar até o fim, descobriram que ele era surdo.
Moral: seja surdo aos apelos negativos.
Preciso dizer mais alguma coisa?

Beijos
Marcia Fernandes

D E V O C I O N A L P A R A H O J E


VERSÍCULO:
Adorem o Senhor no esplendor da sua santidade; tremam diante dele todos os habitantes da terra. -- Salmos 96:9 PENSAMENTO: Aquela frase “no esplendor da sua santidade” é linda – não faz você ansiar estar na presença daquele esplendor? Lembra-nos do encontro de Isaías com Deus em Isaías 6 ou da visão que João teve de Jesus em Apocalipse 1. A essência de Deus – conhecida no Velho Testamento como sua glória e santidade – pode ser descrita somente como esplendorosa! Nossa única resposta adequada é nos juntar aos anjos de Isaías 6 e aos vinte e quatro presbíteros ao redor do trono em Apocalipse e louvar a Deus e clamar “Santo, santo, santo é o Senhor Deus Todo Poderoso. O mundo inteiro está cheio da sua glória”. ORAÇÃO: O Senhor é santo, majestoso Deus, mais do que a minha mente pode entender ou minha imaginação pode sonhar. Eu Lhe louvo por sua glória, força, graça e misericórdia. Eu anseio o dia em que verei o seu esplendor face a face e me juntarei aos anjos do céu e aos vinte e quatro presbíteros em louvor sem fim. Através de Jesus eu ofereço este louvor e minha vida. Amém. http://www.iluminalma.com/dph/4/1011.html

Luz na escuridão


Um dia, um menino de três anos estava na oficina do pai, vendo-o fazer arreios e selas. Quando crescesse, queria ser igual ao pai.
Tentando imitá-lo, tomou um instrumento pontudo e começou a bater numa tira de couro. O instrumento escapou da pequena mão, atingindo-lhe o olho esquerdo.
Logo mais, uma infecção atingiu o olho direito e o menino ficou totalmente cego.
Com o passar do tempo, embora se esforçasse para se lembrar, as imagens foram gradualmente desaparecendo e ele não se lembrava mais das cores.
Aprendeu a ajudar o pai na oficina, trazendo ferramentas e peças de couro. Ia para a escola e todos se admiravam da sua memória.
Em verdade, ele não estava feliz com seus estudos. Queria ler livros. Escrever cartas, como os seus colegas.
Um dia, ouviu falar de uma escola para cegos. Aos dez anos, Louis chegou a Paris, levado pelo pai e se matriculou no Instituto Nacional para crianças cegas.
Ali havia livros com letras grandes em relevo. Os estudantes sentiam, pelo tato, as formas das letras e aprendiam as palavras e frases.
Logo o jovem Louis descobriu que era um método limitado. As letras eram muito grandes. Uma história curta enchia muitas páginas.
O processo de leitura era muito demorado. A impressão de tais volumes era muito cara. Em pouco tempo o menino tinha lido tudo que havia na biblioteca.
Queria mais. Como adorava música, tornou-se estudante de piano e violoncelo.
O amor à música aguçou seu desejo pela leitura. Queria ler também notas musicais.
Passava noites acordado, pensando em como resolver o problema.
Ouviu falar de um capitão do exército que tinha desenvolvido um método para ler mensagens no escuro.
A escrita noturna consistia em conjuntos de pontos e traços em relevo no papel. Os soldados podiam, correndo os dedos sobre os códigos, ler sem precisar de luz.
Ora, se os soldados podiam, os cegos também podiam, pensou o garoto.
Procurou o Capitão Barbier que lhe mostrou como funcionava o método. Fez uma série de furinhos numa folha de papel, com um furador muito semelhante ao que cegara o pequeno.
Noite após noite e dia após dia, Louis trabalhou no sistema de Barbier, fazendo adaptações e aperfeiçoando-o.
Suportou muita resistência. Os donos do Instituto tinham gasto uma fortuna na impressão dos livros com as letras em relevo. Não queriam que tudo fosse por água abaixo.
Com persistência, Louis Braille foi mostrando seu método. Os meninos do Instituto se interessavam.
À noite, às escondidas, iam ao seu quarto, para aprender. Finalmente, aos vinte anos de idade, Louis chegou a um alfabeto legível com combinações variadas de um a seis pontos.
O método Braille estava pronto.
O sistema permitia também ler e escrever música.
A ideia acabou por encontrar aceitação. Semanas antes de morrer, no leito do hospital, Louis disse a um amigo:
Tenho certeza de que minha missão na Terra terminou.
Dois dias depois de completar quarenta e três anos, Louis Braille faleceu.
Nos anos seguintes à sua morte, o método se espalhou por vários países.
Finalmente, foi aceito como o método oficial de leitura e escrita para aqueles que não enxergam.
Assim, os livros puderam fazer parte da vida dos cegos. Tudo graças a um menino imerso em trevas, que dedicou sua vida a fazer luz para enriquecer a sua e a vida de todos os que se encontram privados da visão física.
*   *   *
Há quem use suas limitações como desculpa para não agir nem produzir.
No entanto, como tudo deve nos trazer aprendizado, a sabedoria está, justamente, em superar as piores condições e realizar o melhor para si e para os outros.

Redação do Momento Espíritacom base no cap. menino quetrouxe luz ao mundo da escuridão, de livro das virtudes, de Willian J. Bennett, v. II, ed. Nova Fronteira.